A ideia do Broco nasceu de uma teimosia. Todo mundo estava jogando IA na nuvem. Mas as empresas que mais precisam dela têm um medo legítimo: mandar o dado pra fora. Dado de operação é estratégico.
Então eu fui pelo caminho mais difícil. Fazer a IA rodar dentro da empresa, on-prem e no edge, com modelo local, automatizando processo e conversando com ERP, CRM e sensores, sem o dado sair dali.
Hoje o Broco é um ecossistema: o BrocoEngine, motor agêntico com 27 skills nativas que orquestra modelos, ferramentas e memória com LLM local; o BrocoBot, chatbot de atendimento e vendas, que é quem responde aqui no meu portfólio; o Broco PC I, hardware brasileiro pra rodar tudo dentro da empresa; e o brocoAds, que monta a estrutura de marketing inteira e entrega resultado, não como agência, já rodando com clientes reais.
Não é paranoia minha. Pesquisas mostram que uma fatia do que os funcionários colam em IA pública é dado confidencial, e a regulação aperta: o EU AI Act já traz obrigações pra sistemas de alto risco a partir de 2026. Quem leva o dado a sério está trazendo a IA pra dentro de casa, e a Deloitte já registra a corrida pra IA on-prem e agentica na empresa.
A lição que eu levo: tecnologia difícil não é o gargalo. Confiança é. Você não vende o modelo. Vende a tranquilidade de que o dado não vazou e o número subiu.
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